18ª Edição do START-EAT-UP, em Cascais: Gestão de Menus no Recheio
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Quando o menu deixa de ser apenas uma carta e passa a ser uma ferramenta estratégica para o negócio.
Na 18.ª edição do START-EAT-UP, juntámos novamente a nossa comunidade para uma tarde dedicada a um dos temas mais importantes para a gestão e rentabilidade de um negócio de restauração: a Gestão de Menus.
Num setor onde cada decisão pode ter impacto direto nos resultados, olhar para o menu de forma estratégica é cada vez mais importante. Rentabilidade, custos, desperdício, análise de desempenho e tomada de decisão foram alguns dos temas que estiveram no centro da conversa.
Mais do que falar sobre aquilo que chega à mesa, esta edição procurou olhar para tudo o que está por detrás de cada escolha.
Uma tarde de conhecimento, partilha e sabor
A experiência da 18.ª edição começou também à mesa.
O almoço Recheio, através das Soluções Prontas, proporcionou aos participantes um momento de convívio e partilha, com um buffet composto por três opções de prato.

A experiência ficou ainda marcada por uma degustação de vinhos exclusivos Recheio da marca WineStone, que trouxe para a tarde uma outra dimensão da gestão da oferta de restauração: a importância da seleção e valorização das bebidas enquanto parte da experiência do cliente e do negócio.


Porque, no START-EAT-UP, acreditamos que as melhores conversas também acontecem à mesa.
Gestão de Menus: entre a estratégia e a operação
Ao longo do encontro, diferentes profissionais do setor partilharam experiências, desafios e perspetivas sobre a forma como o menu pode contribuir para um negócio mais eficiente e rentável.
A conversa passou por questões muito concretas do dia a dia da restauração: como analisar um menu? Como identificar oportunidades de melhoria? Como controlar custos e desperdícios? E de que forma as decisões tomadas hoje podem preparar o negócio para os períodos mais exigentes do ano?
Ficou claro que o menu é muito mais do que uma carta de pratos. É uma ferramenta de gestão, capaz de influenciar a experiência do cliente, a operação e os resultados do negócio.
Rentabilidade, custos e tomada de decisão
O primeiro painel trouxe para a conversa um dos grandes desafios da restauração: como tirar o máximo partido do menu para captar clientes e aumentar a rentabilidade.

Adriana Fragoso, da DIG-IN, Francisco Pico, do Recheio, Martim Yglesias, d'A Gerência, Telmo Miguel, do Nood, e Bruno Antunes, da B.J. Catering, contribuíram para uma discussão marcada por diferentes experiências e realidades dentro do setor.
Mais do que procurar respostas universais, a conversa mostrou a importância de analisar cada negócio, compreender os seus dados e tomar decisões adaptadas à sua realidade.
Porque gerir um menu também significa perceber o que funciona, identificar o que pode ser melhorado e encontrar o equilíbrio entre aquilo que o cliente procura e aquilo que o negócio precisa.
Vinhos e bebidas como ferramenta de negócio
No segundo painel, o foco passou para a seleção e gestão de vinhos e bebidas enquanto parte da estratégia de negócio.

Luís Azeredo, da DIG-IN, Francisco Garcia, da WineStone, Rodolfo Tristão, da Supergrapes, e Pedro Durand, do Locke Santa Joana, trouxeram diferentes perspetivas sobre uma área que pode ter um papel relevante na construção da oferta e na rentabilidade de um negócio de restauração.
A gestão desta categoria exige, também aqui, uma visão estratégica: conhecer o cliente, perceber a oferta, analisar o desempenho e tomar decisões que façam sentido para cada conceito.
Conhecimento prático e partilha de experiências
Uma das características que distingue o START-EAT-UP é a proximidade entre quem está em palco e quem está no terreno.
Ao longo da tarde, houve espaço para partilhar experiências, colocar questões e discutir desafios reais da restauração.

É nesta troca de conhecimento que surgem novas perspetivas e novas formas de olhar para problemas que fazem parte do quotidiano de quem gere um negócio.
Mais do que respostas fechadas, ficam perguntas que ajudam a pensar melhor.
Mais do que uma fórmula única, ficam diferentes experiências que podem inspirar novas formas de fazer.
Uma comunidade que continua a crescer
Para além dos momentos de debate, a 18.ª edição foi também um espaço de encontro entre profissionais, marcas, parceiros e todos aqueles que fazem parte do ecossistema da restauração.

O networking, a partilha informal e as conversas que acontecem fora do palco são parte essencial do START-EAT-UP.
Porque um evento como este só acontece quando existe uma comunidade disposta a partilhar conhecimento, experiências e desafios.
Aos participantes, oradores, parceiros e patrocinadores que fizeram parte desta edição, fica o nosso agradecimento por continuarem a contribuir para esta comunidade e para estas conversas.
O futuro da restauração constrói-se em conjunto
A 18.ª edição do START-EAT-UP terminou, mas as conversas continuam.
A restauração está a mudar. E, num setor em constante evolução, gerir melhor significa estar disponível para questionar, analisar e encontrar novas formas de fazer.
É esse o propósito do START-EAT-UP: criar espaço para aprender, questionar, partilhar e encontrar novas formas de fazer melhor.
Porque o futuro da restauração não se adivinha.
Constrói-se com conhecimento, colaboração e ação.
E continuamos a fazer parte dessa conversa.
Até à próxima edição do START-EAT-UP.